
Augusto Aras: “Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”
Augusto Aras escancarou ontem, na live com advogados lulistas e transmitida pela TVPT, sua intenção em acabar com a Lava Jato. "Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure", disse...
Augusto Aras escancarou ontem, na live com advogados lulistas e transmitida pela TVPT, sua intenção em acabar com a Lava Jato. “Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”, disse.
O PGR diz que a força-tarefa de Curitiba é uma “caixa de segredos” e que seu trabalho é evitar que dados sobre mais de 38 mil pessoas sirva para “chantagem e extorsão”, insinuando crimes por parte dos procuradores.
No bate-papo do grupo Prerrogativas, ele afirmou alegou que “a correção de rumos não significa redução do empenho no combate à corrupção”.
“Contrariamente a isso, o que nós temos aqui na casa é o pensamento de buscar fortalecer a investigação científica e, acima de tudo, visando respeitar direitos e garantias fundamentais.”
Como já registramos, Aras também alegou que o acesso ao banco de dados da Lava Jato, autorizado por Dias Toffoli numa decisão inédita, é medida de “transparência”.

Augusto Aras: “Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”
Augusto Aras escancarou ontem, na live com advogados lulistas e transmitida pela TVPT, sua intenção em acabar com a Lava Jato. "Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure", disse...
Augusto Aras escancarou ontem, na live com advogados lulistas e transmitida pela TVPT, sua intenção em acabar com a Lava Jato. “Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”, disse.
O PGR diz que a força-tarefa de Curitiba é uma “caixa de segredos” e que seu trabalho é evitar que dados sobre mais de 38 mil pessoas sirva para “chantagem e extorsão”, insinuando crimes por parte dos procuradores.
No bate-papo do grupo Prerrogativas, ele afirmou alegou que “a correção de rumos não significa redução do empenho no combate à corrupção”.
“Contrariamente a isso, o que nós temos aqui na casa é o pensamento de buscar fortalecer a investigação científica e, acima de tudo, visando respeitar direitos e garantias fundamentais.”
Como já registramos, Aras também alegou que o acesso ao banco de dados da Lava Jato, autorizado por Dias Toffoli numa decisão inédita, é medida de “transparência”.
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